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Quem Somos

Conheça-nos

A Museus Acessíveis é uma empresa social, que investe seu patrimônio e conquistas na melhoria da qualidade de vida das pessoas e na mudança cultural do cenário da acessibilidade no Brasil.

 

Nossa proposta é colaborar com a sociedade e com as instituições ligadas a cultura, oferecendo orientação no desenvolvimento de produtos culturais acessíveis de qualidade e na formação de público para suas ações. 

Nossa Missão

Promover a ampliação do acesso das pessoas com deficiência ao patrimônio artístico e cultural por meio do desenvolvimento de projetos e soluções de acessibilidade, disseminação de conhecimentos e capacitação para eliminação de barreiras atitudinais.

Nossa Visão

Promoção do livre acesso a cultura para as pessoas com deficiência.

Nossos Valores

Acessibilidade para todos, Cultura de Livre Acesso, Qualidade, Aprimoramento Técnico.

Acessibilidade 360º

Promoção de livre acesso para pessoas com deficiência visual, física, auditiva, intelectual e múltipla em todas as esferas sociais, culturais e humanas.

 

A Museus Acessíveis promove a transformação dos espaços e produtos culturais, a partir de diagnósticos e serviços especializados em acessibilidade, eliminando barreiras arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais e disseminando informação e conhecimento.

Um pouco da nossa história

Museus Acessíveis foi fundada por Viviane Sarraf, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, que dedicou sua vida acadêmica e profissional ao desenvolvimento teórico e prático da acessibilidade cultural para pessoas com deficiência.  

 

Após sua graduação em Licenciatura em Educação Artística pela FAAP e especialização em Museologia pela USP, Viviane ingressa em seu mestrado em Ciência da Informação na Escola de Comunicações e Artes da USP, sempre envolvida com instituições e iniciativas de promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

 

Empreendedora, engajada e preocupada com a crescente necessidade da melhoria no atendimento às pessoas com deficiência em museus e espaços culturais, em 2006 surge a Museus Acessíveis, empresa voltada ao desenvolvimento de soluções culturais acessíveis.

 

Ainda neste ano, cheia de novas ideias, informações e formações sobre empreendedorismo social, Viviane Sarraf inscreveu a recém-inaugurada Museus Acessíveis em uma oportunidade inédita no país, um dos programas pioneiros de empreendedorismo social e sustentável mundial: a Expedição Artemisia da Artemisia Foundation.

 

Após muitas etapas e seleções com bancas formadas por grandes empreendedores, a Museus Acessíveis foi um dos 5 empreendimentos premiados com 2 anos de acompanhamento estratégico, jurídico, financeiro, pessoal, apoio a equipe, desenvolvimento de perfil empreendedor e verba de start-up.

 

Assim, a Museus Acessíveis se consolida no mercado brasileiro e forma a RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus – plataforma de disseminação da informação sobre acessibilidade cultural.  [www.rinam.com.br]

 

Ao longo de sua trajetória, a Museus Acessíveis contou com o importante trabalho de profissionais, consultores, trainees e estagiários brasileiros e estrangeiros que contribuíram fundamentalmente com a afirmação do caráter social e com o cumprimento de sua missão.

 

Em sua estrutura atual a empresa conta com consultores com deficiência para avaliação e desenvolvimento de projetos e produtos culturais acessíveis, além de consultores técnicos especializados em arquitetura acessível, avaliação de acessibilidade 360º, ação educativa acessível, acessibilidade na web.

 

A Museus Acessíveis conta com parcerias estratégicas de empresas e instituições que desenvolvem produtos e serviços que apoiam suas ações de acessibilidade, como: Fundação Dorina Nowill para Cegos, Instituto Mara Gabrilli, Efeito Visual, Usina Maquetes, Voice Versa, Livre Acesso Braille, entre outros.

Principais Clientes

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo

 

Museu da Língua Portuguesa

 

Catavento Cultural

 

SESC – SP (unidades Itaquera, Campinas, Ipiranga, Taubaté e Centro de Pesquisa e Formação)

 

Instituto Sangari

 

Museu de Zoologia da USP

 

Fundação Dorina Nowill para Cegos – Centro de Memória Dorina Nowill

 

EMC Marketing Cultural

 

Arte Impressa

 

Instituto Ethos

 

Instituto Mara Gabrilli

 

Museu Nacional da Imigração e Colonização de Joinvile – Fundação Cultural de Joinvile

 

Museu de História da Medicina de Porto Alegre

 

Universidade Federal de Ouro Preto

 

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

 

Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

Fundação Bienal

 

Centro Cultural São Paulo

 

The Hub SP

 

Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte

 

Fundação Iberê Camargo

 

Fundação Joaquim Nabuco

 

ECCO – Espaço Cultural Contemporâneo de Brasília

 

Centro Cultural Banco do Brasil

 

Natureza Produções Artísticas

 

Farearte

Algumas Conquistas

Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2013 | IPHAN, Menção honrosa no prêmio Betinho Cidadania e Democracia 2013 | Câmara dos Vereadores de São Paulo, Prêmio Cultura e Saúde, 2010 e 2008 | Ministério da Cultura, Menção honrosa no prêmio Darcy Ribeiro 2008 | Ministério da Cultura –trabalhos desenvolvidos para o Centro de Memória Dorina Nowill | Fundação Dorina Nowill para Cegos.

 

– Desenvolvimento de audiodescrição em todas as exposições do MAM - SP desde 2009. Considerado um dos espaços culturais mais acessíveis de São Paulo no Guia de Acessibilidade Cultural de São Paulo.

 

– Participação na concepção e desenvolvimento do Curso de Fotografia “Imagem e Percepção” do MAM SP, voltado para pessoas com deficiência visual.

 

Desenvolvimento de recursos de mediação acessíveis e formação de público de pessoas com deficiência para a exposição ENERGIA – SESC Itaquera. Considerada a unidade mais acessível do SESC de São Paulo pelo Guia de Acessibilidade Cultural de São Paulo.

 

Desenvolvimento de recursos de mediação acessíveis e formação de público de pessoas com deficiência para a exposição ÁGUA NA OCA – Parque do Ibirapuera - SP e Museu Histórico Nacional

 

Consultoria, desenvolvimento de recursos de mediação acessíveis e formação de público de pessoas com deficiência visual para a exposição ROBERTO CARLOS – 50 Anos de Música: um dos maiores sucessos de público de pessoas com deficiência visual em exposições, viabilizado por meio da oferta de atendimento acessível, audioguia com audiodescrição e maquete tátil e permissão para toque na coleção de carros do cantor.

 

– Serviço educativo acessível na 30ª BIENAL DE ARTE DE SÃO PAULO por meio de treinamento de educadores para atendimento de pessoas com deficiência e desenvolvimento de roteiros de visitas audiodescritos.

 

– Inclusão de programação sobre acessibilidade cultural no Festival de Inverno de Ouro Preto 2013, com palestra e oficina de acessibilidade cultural para alunos da Universidade Federal de Ouro Preto e profissionais de espaços culturais da cidade.

Sobre fundadora Viviane Sarraf

Viviane Panelli Sarraf é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestre em Ciência da Informação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, especialista em Museologia pelo Museu de Arqueologia da USP e graduada em Licenciatura em Educação Artística pela FAAP.

 

Diretora técnica e fundadora da Museus Acessíveis, criadora e coordenadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus, Professora do Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu em Arte Contemporânea e Docência no Ensino Superior da Universidade Camilo Castelo Branco – UNICASTELO, Pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia – CISC da PUC-SP e Assessora Ad Hoc da FAPESP.

 

O começo de sua trajetória profissional ocorreu no ano de 1998, na XXIV Bienal de Artes de São Paulo onde integrou a equipe do projeto Diversidade, proposta pioneira de atendimento de pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social no universo da arte e da cultura.

 

Por meio dessa primeira oportunidade e de participações em outros projetos culturais e inclusivos começou a desenvolver ideias e propostas de serviços e produtos para promoção de acessibilidade cultural para pessoas com deficiência e públicos não usuais de espaços culturais (crianças pequenas, idosos e visitantes de primeira viagem).

 

Suas ideias foram bem recebidas em instituições e projetos onde colaborou, como exposições temporárias, museus, espaços culturais, escolas e projetos.

 

Foi agraciada com o prêmio internacional de empreendedorismo sustentável da Artemisia Foundation pela criação da empresa social Museus Acessíveis em 2007, que ofereceu sólida formação nas áreas de empreendedorismo sustentável e impacto social e assessorou durante mais de 3 anos o desenvolvimento da empresa.

 

2010 ganhou o Prêmio Pesquisador do Centro Cultural São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura pela pesquisa “Acessibilidade em Espaços Culturais: experiências artísticas e programações culturais inclusivas promovidas em São Paulo” produzida para o Arquivo Multimeios da instituição e disponível para consulta de relatório e materiais coletados na instituição.

Em 2012 recebeu o prêmio internacional “CECA-ICOM Best Practice Award do Comitê de Educação e Ação Cultural do Conselho Internacional de Museus - CECA ICOM, pelo trabalho de Educação e Ação Cultural que desenvolveu no Centro de Memória Dorina Nowill. Nesse mesmo ano foi agraciada com a bolsa de viagem Young Support do ICOM International para participação na conferência e cerimônia de premiação em Yerevan na Armênia.

 

Foi responsável pela criação, curadoria, plano museológico, museografia, ação cultural e educativa e programa de extensão do Centro de Memória Dorina Nowill da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Sob sua responsabilidade entre os anos de 2002 e 2013 o projeto recebeu menção honrosa no Prêmio Darcy Ribeiro do Minc em 2008 e Prêmio Betinho Cidadania e Democracia da Câmara dos Vereadores de São Paulo em 2013; ganhou os prêmios Cultura e Saúde do Minc - edições 2008 e 2010 e Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do IPHAN, na categoria Patrimônio Material em 2013. Em 2011 o projeto de modernização do espaço cultural foi aprovado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura de São Paulo e pode executar as ações de construção de novos espaços de preservação e exposição, atualização dos processos de documentação e pesquisa on-line, elaboração de nova exposição e materiais de divulgação com patrocínios da TV Globo e Linx.

 

Nesse período o Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 12 mil visitantes e formou mais de 500 profissionais e estudantes por meio dos cursos de Acessibilidade Cultural e Audiodescrição.

 

Em 2008, organizou em parceria com o MAM-SP e com a Fundação Dorina Nowill para Cegos o Encontro Regional de Acessibilidade em Museus, primeiro evento nacional que apresentou o um panorama das ações e do pensamento crítico na área de acessibilidade cultural. O publico do evento foi superior a 200 participantes de diferentes estados e cidades brasileiros.

 

Em sua trajetória profissional e acadêmica proferiu palestras, oficinas e ministrou cursos em museus, espaços culturais e universidades de todo o país, publicou artigos e capítulos de livros em revistas científicas e livros das áreas de museologia, ação educativa, acessibilidade, ciências sociais e comunicação e publicou um livro com base em sua dissertação de mestrado em língua inglesa pela editora alemã VDM Verlag.

 

Link para currículo lattes:  lattes.cnpq.br/3986086413052890

 

Tese de doutorado disponível na Biblioteca Virtual Sapientia da PUC-SP

 

Dissertação de Mestrado disponível na Biblioteca Digital de Teses da USP

 

 

 

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Depoimentos

  • Entre os itens apresentados por você como necessários para a acessibilidade em museus temos tentado vencer um a um e por isso temos recebido vários comentários de escolas inclusivas e instituições parabenizando essa estrutura que oferece mais segurança e garante realmente o maior acesso de pe...
    Karla Osório
    Diretora da Ecco
  • ... creio que seja necessário fazer um trabalho mais intenso por parte dos órgãos responsáveis pelos museus...se faz necessário um projeto para todos os museus onde cada um deles dediquem um espaço para visitação de pessoas com deficiência...claro que com todos os rigores da acessi...
    Almir Escatambulo
    Deficiente Visual e sociólogo

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